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19 Julho 2008

kurenai OST

Esse ano está sendo um dos melhores anos para a música instrumental de Anime, fazia tempo que eu não ouvia tantos CDs bons como as OST já reviewzadas anteriormente como true tears e Macross Frontier.

Antes de mais nada, eu gostei muito do kurenai, eu sei que teve gente metendo bastante o pau por ter sido um anime curto e com isso teve diversas falhas e erros de história, mas eu gostei muito, toda semana eu ficava esperando ansioso por cada episódio para poder ver a Murasaki na tela. Mas se tem algo com que eu concordo é sobre a duração do anime, 12 episódios é curto demais pra uma série tão divertida.


Voltando a OST, ela é composta por 2 CDs cada um representando uma emoção por assim dizer (isso é quando eu não lembro a palavra que eu queria dai eu tento enrolar), mas bem, o cd 1 é o "emotional side" que tem faixas mais carregadas e mais lentas todas com o piano impecável do Muramatsu Ken que é o compositor da OST inteira.

Já o segundo cd é o "swingin' side" onde as faixas são mais animadas e mais vibrantes e que por sinal é o cd que eu mais ouço mesmo gostando bastante do primeiro cd também, mas nesse segundo cd conta com faixas que me marcaram bastante no anime, principalmente a "Suiheisen no Mukou ni" que é a música que chegou a render um post exclusivo só pra ela quando ela foi exibida no anime. A maior decepção mesmo foi não ter tido a versão com vocal, e isso seria o único defeito se eu tivesse que apontar um na trilha sonora inteira.


Sobre a trilha em si, não tem muito o que dizer falar sobre música é difícil e varia de pessoa para pessoa o que ela sente ao ouvir faixa A ou B, então o máximo que eu posso fazer é recomendar a todos que gostem de uma boa música, piano principalmente, que dêem uma escutada nessa trilha sonora. E só pra não perder o costume alguém mais já ouviu e gostou?

18 Julho 2008

Flowering Night 2008

O Flowerring Night é provavelmente o maior evento musical de Touhou que se tem conhecimento. Um show reunindo as melhores bandas para agraciar o público com um show com um pouco mais de três horas de duração. Durante o show cinco bandas revezam o palco para cantar e tocar seus clássicos inspirados nas músicas originais do ZUN.





As bandas vão desde a popular COOL&CREATE que é conhecida por todos até a 石鹸屋 que eu nunca tinha ouvido falar mas que é bem legal, passando por outras bandas como a CROW'SCLAW que também é outra bem conhecida não só pelos arranjos do Touhou mas como por fazer grandes versões de outros jogos mais populares.




Abaixo uma das participações do COOL&CREATE, Patchouli Knowledge.






Outro vídeo, esse talvez todo o planeta conheça... se não conheçe, vai começar a conhecer agora. HELP ME, ERINNNNNN~ (Infelizmente é a versão de 2007)


Eu poderia continuar enchendo o post de vídeo, que por sinal era a idéia desde o princípio, mas achar os vídeos do show no YouTube é chato e as músicas mais legais não tem o vídeo, então eu recomendo que quem ainda não assistiu o show que assista!




Em tempo, alguém é fã de Touhou? Qual o jogo e personagem preferido? Só pra não dizer que eu só fiz a pergunta, o meu jogo favorito é o The Embodiment of Scarlet Devil e personagem favorita, não é a Suika não! Ninguém supera a Aya Shameimaru apesar dela ser uma p*** no Mountain of Faith.




Há! Pegadinha... mais um vídeo antes de ir. Não é uma versão tão legal quanto a versão ao vivo, mas tá valendo. Necrofantasia é foda... e a Yukarin também.

28 Junho 2008

Segonku Basara X Review

Antes de começar a falar sobre o jogo eu vou avisar que nunca joguei nenhum dos jogos da série Sengoku Basara então todo o conhecimento sobre personagens e todo o resto foi aprendido ao jogar esse jogo, se eles são diferentes ou não da versão bate-e-anda fica a cargo dos fãs mais fanáticos.


O novo jogo da Capcom em parceria com a Arc System Works é basicamente uma mistura de diversos elementos dos jogos de ambas as empresas, principalmente da última. Para os fãs de Guilty Gear e do Hokuto no Ken a quantidade de semelhanças vai ser percebida na hora.


O jogo em si não tem história, apenas os generais e seus guerreiros se espancando até um ser eleito o vitorioso. Falando em generais, cada personagem vem com uma espécie de assistente que pode ser usado em batalhas de várias maneiras. Mas antes de poder usar tal recurso você tem que convocar o mesmo e até que ele apareça em batalha demora alguns segundos. Cada assistente começa no Lv.0 e vai aumentando conforme a luta se desenrola, se você chamar o cara logo que começa o nível dele começa a subir lentamente e quanto mais você demora para chamá-lo mais rápido sobre o nível dele; e esses níveis representam a força e a quantidade de hits que eles dão durante a assistência.


Ainda sobre a ajuda, você pode usa-los para interromper sequências de combos e fatais dos inimigos, mas cada uma dessas opções custa uma barra de fatal sua. E assim como eles podem parar os ataques dos inimigos eles podem ampliar ainda mais os seus, cada personagem tem um fatal que pode ser estendido com a ajuda do seu parceiro bastando que você o chame na hora certa, caso contrário ele só irá executar o golpe normal de ajuda.


Sobre os fatais, todos os personagens possuem o mesmo comando para os dois fatais e cada um ainda conta com um golpe chamado Basara K.O. Que nada mais é do que uma versão do Destroyed do Guilty Gear, aonde você pode virar a batalha matando o oponente com esse único golpe. Mas claro que sendo bom assim ele é absurdamente lento e leva tempo para ser executado... bem diferente dos do GG que são quase tão rápidos quanto um fatal.

Graficamente o jogo é muito com todos os bonecos enormes e com armas igualmente gigantes e sem nenhum slowdown durante as lutas e fatais. Os personagens são coloridos e no fundo de cada cenário está sempre acontecendo alguma briga ou algo do tipo, talvez o único cenário que não tenha nada demais seja o do Uesugi Kenshin que é dentro de uma caverna.


Falando em elenco, o jogo tem uma boa variação de 10 personagens e dois exclusivos da versão de Playstation 2. Mas apesar disso parece que tem bem menos já que muitos deles são os esteriótipos que qualquer jogo de luta tem que ter, mas mesmo assim eu gosto do genérico Ryu do jogo que é o Date Masamune.

Na parte musical não tem nenhuma grande faixa, tirando a abertura -“crosswise”- que é cantada pelo T.M. Revolution resto da faixas são normais e pelo menos não atrapalham em nada o jogo, fora que você estará mais preocupado em se manter vivo do que prestando atenção na música do jogo.

E como um port bom, a versão de PS2 conta com alguns modos extras e outras pequenas diferenças. Quando você escolhe um personagem agora você tem a opção de em qual modo você quer jogar, basicamente é algo tipo modo Easy ou Normal, onde o Easy você usa os Ls e Rs para mandar os golpes com mais facilidade. Outro modo novo é o Challenge que não passa de um modo de Survival aonde você precisa aguentar X minutos contra vários adversários e com isso você também vai liberando alguns bônus. E tem também a Gallery aonde você pode ver as ilustrações do final de cada personagem e outras artworks usadas para promover o jogo e pelo menos aqui tem muita artwork pra ser liberada, o que é excelente na minha opnião.


Finalizando, o jogo é bem divertido e difícil, pelo menos para quem está se acostumando com tudo o que o jogo tem a oferecer e jogar na dificuldade mais alta sem nunca ter tocado no jogo pode se tornar um tanto frustrante. Quem curte um jogo de luta e achava que não ia ter mais nada saindo para o PS2 o Sengoku Basara X é bem divertido e vai fazer você perder algumas horas até dominar todos os personagens do jogo.

05 Junho 2008

Macross Frontier OST 1 Nyan Furo

Eu sei que alguns blogs já comentaram sobre essa OST mas eu não podia deixar de falar e exaltar o quanto a trilha sonora é boa.

Acho que só de falar que quem compôs as músicas instrumentais foi a Yoko Kanno já é mais do que o suficiente para dizer que a trilha sonora é boa, mesmo que o seu último trabalho -Darker than Black- que eu tive a oportunidade de ouvir não tenha sido lá essas coisas, ela prova que ainda é capaz de fazer músicas excelentes.

Tirando as músicas instrumentais, a OST tem uma quantidade enorme de músicas cantadas o que já é de se esperar de um anime da saga Macross. Tanto a May'n (Sheryl Nome) quanto a Megumi Nakajima (Ranka Lee) tem vozes excelentes e todas as músicas delas acabam fazendo você querer ouvi-las novamente se não fosse pelo fato da música seguinte ser tão boa quanto a que você acabou de ouvir.

Eles até botaram as músicas que você jamais pensaria em enfiar numa trilha sonora, como a "Ninjin Loves You Yeah" e a ""Choujikuu Hanten Nyannyan" CM Song (Ranka Version)" que ganhou direito até a um pequeno clipe pelos caras do NicoNico Douga usando a Chen do Touhou. Na trilha ainda estão inclusas a OP completa e as duas músicas que acompanham o single da ED.

Para encerrar, apesar de eu achar essa primeira trilha sonora do Macross Frontier muito boa eu acho que ela ficou devendo algo para conseguir roubar o posto de melhor trilha sonora do ano até agora, mas de repente mais tarde quando for analisar o conjunto da obra, talvez ela chegue mais perto da supremacia da OST do true tears.

26 Maio 2008

Touhou 11 ~ Subterranean Animism (DEMO)

Depois de alguns minutos jogando e tendo zerado o demo duas vezes com a Marisa, eu acho que posso vir aqui e falar uma meia dúzia de coisa sobre o jogo, não acham?

O jogo saiu ontem durante a Reiteisai 5 e nessa versão o jogo conta com três fases, bem parecido com qualquer outro demo que sai por ai. Comparando com a versão demo do Touhou 10, os jogos aqui tiveram os mesmos problemas de rodarem bem abaixo dos 60fps sendo que na última chefe do demo - Yugi Hoshiguma - o jogo caiu a drásticos 15fps, de um lado é bom já que você tem mais tempo para reagir a todos os tiros mas por outro lado você está praticamente roubando já que está jogando com 1/4 da velocidade real.

Graficamente o jogo é o mesmo do Mountain of Faith (Touhou 10) e o sistema de bombas que usam seus Power-Ups continuam os mesmos. Mas falando em Power-Ups agora cada personagem tem uma quantidade diferente para acumular o que é interessante, mas que não muda o fato da Marisa A continuar um demônio. Força bruta pura.

As personagens continuam as mesmas de sempre, Reimu Hakurei e Marisa Kirisame. Cada uma delas vem com três amigas/namoradas/amantes que você pode escolher e com isso ter tiros e Power-Ups diferentes. A Reimu tem como companheiras a Yukari, Suika (TSURUPETTAN TE IU NA!) e a Aya. No grupo da Marisa você tem a escolha a Alice, Patchouli e a Nitori.

Sobre a dificuldade do jogo, eu ainda não me aventurei no Hard e Lunatic mas eu posso dizer que o Normal tá bem mais fácil que nos jogos anteriores mas como na classificação o Normal só tem duas estrelas e o Hard muda logo pra quatro, eu imagino que o jogo seja bem mais exigente nas outras dificuldades.

Agora resta esperar pela versão completa e rezar para que o jogo rode bem aqui na versão completa. Mais alguém baixou e jogou? E os que fizeram isso, curtiram a nova versão?

ReimuC - Hard

09 Abril 2008

Chaos;Head (DEMO)

Talvez esse seja a primeira Visual Novel que eu jogue em um bom tempo, na verdade eu só joguei o demo já que o produto final só sai no fim desse mês. E desculpem a falta de informação precisa sobre o jogo já que eu zerei o demo faz uns 2 dias e tirei no mesmo dia já que eu não consegui tirar boas screenshots de algumas CGs.

A história é interessante já que o personagem principal (Takumi) é um Hikkikomori e odeia coisas 3D, um dia ele está em um chat com seu amigo quando ele fica sabendo da série de assassinatos que vem ocorrendo na cidade onde ele mora, e no meio do chat alguém invade a conversa e envia uma URL contendo uma imagem com o aviso de que aquele pode ser o próximo crime.

No dia seguinte Taku, é como o colega de classe chama o Takumi, não sabe se acredita ou não na história e sem querer acaba indo parar no local do suposto crime enquanto ia andando perdido em pensamentos, quando ele já estava indo embora ele ouve alguns sons e logo vê um homem preso na parede com milhares de estacas cravadas em seu corpo e uma garota toda ensanguentada.

Essa é a base da história, o demo vai bem além disso mostrando outras personagens e mostrando a luta do Takumi para ver se ele cai mais fundo no seu estilo de vida Otaku ou se ele começa a se socializar mais conforme vai conhecendo outras pessoas que demonstram interesse por ele.

O sistema de jogo pelo menos no demo não é muito profundo já que não teve nenhuma opção de caminho com variação de diálogo, mas para compensar o jogo apresenta duas opções em cenas chaves que são demonstradas por medidores no topo da tela. Do lado esquerdo um medidor verde e tranquilo que escolhendo ele você tem geralmente alguma visão calma e às vezes mais ERO. Já o outro marcador do lado direito é um vermelho é bem agitado, esse é o mais legal já que mostra as cenas mais pesadas e obscuras, geralmente com algo que envolva o Taku quase morrendo ou deixando ele em pânico.

Musicalmente o jogo é bem competente, as trilhas presentes no demo são muito boas, principalmente as mais tensas e eu tenho certeza que a Nitro+ vai fazer como sempre um excelente trabalho quando o produto final sair. Ainda na parte sonora, as vozes do jogo são muito boas, as garotas tem uma dublagem muito boa e as variações de personalidade entre as kawaii e as sérias/demoníacas são dignas de animes/jogos de grandes empresas...mas como a Nitro+ é uma das grandes do ramo de Visual Novel isso faz sentido.

Controle? Que controle? Você só usa um botão...e se um jogo que só usa isso tivesse problemas, eu acho que a empresa merecia explodir.

No geral eu fiquei bem satisfeito com o demo, ou pelo menos satisfeito o suficiente para querer jogar o produto final e ver se o Taku vai sobreviver até o final do jogo e manter a sua sanidade e se ele ainda vai ser um otaku depois de tudo.

E só pra não fazer um post sem uma perguntinha, vocês comprariam Visual Novels em Português? Lembrando que o mais próximo de Visual Novel atualmente traduzido e que o grande público conhece, seria o Phoenix Wright do Nintendo DS. Mas existem alguns eroge legendados em inglês.

Site Oficial
Lançamento: 25/04/2008

01 Abril 2008

true tears Original Soundtrack

Isurugi Noe <3

Fazia tempo que eu não ouvia uma trilha sonora tão marcante quanto essa, true tears por si só já era um excelente anime, mas graças a uma trilha sonora que transmite as exatas emoções e sentimentos nas horas corretas, a experiência é aumentada em vários níveis. Tem muita gente que diz que a trilha sonora é inútil...bem, sem comentário pra esse tipo de pessoa.

A trilha sonora é composta pelo Kikuchi Hajime que é um dos membros do eufonious, que é a banda responsável pela excelente abertura "Reflectia." As faixas da trilha sonora sempre tentam ao máximo variar os instrumentos e já que o anime é um drama/romance, as faixas em sua maioria são baladas ou temas mais melancólicos.

Uma das únicas faixas mais aceleradas é a "Speed/PowerR" que por sinal era uma das poucas faixas que eu desgostei ao ouvir pela primeira vez, mas atualmente ela não me acrescenta muito mas pelo menos eu já não pulo a faixa assim que ela começa a tocar.

Sobre as faixas boas, eu poderia dizer que todo o resto do CD é bom e daria para ouvir tranquilamente várias vezes seguidas, eu afirmo isso porque fiz isso quando ouvi pela primeira vez o CD.

Na trilha sonora além da abertura e do encerramento existe mais uma faixa com vocal que é a "Aburamushi no Uta ~Demo Track Ver.~", música que a Isurugi Noe canta para o Shin'ichiro em algumas partes do anime.

E caso fosse necessário escolher uma faixa para ilustrar o quanto a trilha sonora do anime é boa, sem sombra de dúvidas seria a "Ichijin no Kaze" que talvez seja a melhor música que eu ouvi no ano e isso inclui as músicas com vocal. Se alguém tiver a chance, dê uma ouvida.

Eu poderia ficar mais alguns minutos e várias outras linhas falando o quanto essa trilha sonora é boa e como eu só tenho ouvido ela nesses últimos dias, mas acho melhor só dar um gostinho e deixar vocês tirarem suas próprias conclusões. E com isso dito, alguém já ouviu a OST? ou já viu/está vendo o true tears?

24 Março 2008

Mangá Original VS Nacional

Como a internet daqui está uma bela porcaria por causa de um negócio random semi-queimado eu posso perder um tempinho sem distrações para poder escrever um post que não tenha duas linhas e 10 imagens para parecer que é grande. E antes de mais nada esse post não tem nenhuma intenção de desmerecer as nossas versões já que se não fossem por elas eu não teria lido bastante coisa.

A idéia do post surgiu meio que sem querer quando eu tinha terminado de ler um dos números do Death Note (por isso ele está nas fotos) e eu decidi dar uma comparada com a versão nacional para ver se tinha muita diferença.

Claro que a primeira coisa a se notar é o tamanho das edições, a nacional parece muito gigante perto da original e mesmo tendo um tamanho bem maior alguns textos no canto da página são horríveis de ler não importa qual mangá seja.
Outra coisa que 99% das edições aqui ainda cismam é colocar a capa igual dos dois lados, isso é algo que me irrita profundamente e não tem previsão nenhuma de mudar, a menos que eu não tenha visto alguma edição que tenha somente uma capa.
A versão nacional também não conta com a sobrecapa, que eu sei que se eles colocassem isso aqui o preço dos mangás iria dobrar já que é uma folha extra. Mas sinceramente eu acho que aqui só iria piorar as coisas tendo em vista como os mangás são tratados em certas bancas de jornal, ia acabar tendo várias edições sem capa.
Por isso mesmo os textos que ficam na sobrecapa das edições originais aqui no Brasil estão na última página do mangá.
A qualidade de impressão não tem muito o que falar, aqui sempre vai ter um papel inferior a menos que a edição seja considerada de "luxo" como a do Nausicä, mas ai são 30 reais por volume, e eu não acredito que alguém pagaria esse preço, ainda mais quando pra se importar sairia bem mais barato.
E por causa do papel de baixa qualidade a impressão acaba sendo prejudicada, nas páginas do original as cores são bem mais vivas, principalmente quando você compara os pretos de ambas as edições que você nota a diferença absurda.
Quando a tradução não tem muita diferença, por mais que certos tradutores daqui não sejam lá essas coisas, a qualidade é muito boa e não existe muitos motivos para reclamar.

Finalizando eu acho que por mais que a edição nacional seja grosseiramente diferente, não teria nunca como chegar aos pés da original e menos que pra isso o preço da nossa versão aumentasse bruscamente. E vocês, estão satisfeitos com as versões nacionais?

12 Janeiro 2008

Shining Wind Review

Depois de perder alguns dias e horas da minha vida, eu finalmente cheguei no último episódio do jogo e achei que eu já tinha bagagem o suficiente para fazer o review do jogo.

A história do jogo começa bem simples, mas aos poucos a quantidade de reviravoltas na história vai fazendo ela ficar cada vez mais interessante, ao ponto de você não saber mais quem realmente é aliado ou inimigo. E sobre os personagens, a quantidade de personagens no jogo é gigantesca, até os personagens que parecem a primeira vista inúteis, ganham um destaque importante mais cedo ou mais tarde, e isso eu estou só me referindo aos personagens secundários.

Sobre os personagens jogáveis, todos são bons, com exceção de um. Maldito Jin-Crow, o homem-pássaro, ele possui o visual mais maneiro dos personagens masculinos mas é o mais inútil, mesmo a Soul-Sword dele também sendo linda. Sobre os outros personagens, todos tem seu próprio estilo de jogo e você precisa variar o estilo conforme o personagem que você usa. No início eu só gostava da Clalaclan, a princesa, mas a partir do capítulo 6 eu reparei que por mais que ela fosse ligeiramente roubada no início, a partir de certo ponto ela começa a ficar muito mais fraca do que as outras personagens. Sem contar que é questão de gosto mesmo sobre quais personagens você vai usar, Houmei pwange.

O sistema de jogo é idêntico ao seu predecessor, o Shining Tears. Você controla dois personagens durante as batalhas podendo escolher o tipo de estratégia que o personagem controlado pelo computador vai utilizar. Você também pode usar o segundo direcional para controlar o personagem caso você queria que ele vá para uma localização específica. Isso é essencialmente bom no caso dos especiais em dupla, já que eles variam entre perto e longe e as vezes você está ocupado demais matando algum inimigo e uma nova legião já está vindo na sua direção.

As vozes são um caso a parte, não tem como reclamar de nenhum dublador. Quem assiste anime vai reconhecer vários dubladores, entre a Horie Yui dublando a frágil Kureha, a Nana Mizuki dublando a Seena e a Ayako Kawasumi dublando a Clalaclan. Isso só para citar algumas.

Acho que isso cobre os principais pontos do jogo, eu não falei da trilha sonora já que é a parte mais fraca do jogo, apesar de não serem ruins, você não irá se lembrar de nenhuma música após desligar o jogo.

O jogo apesar de simples, é bem divertido e não é tão fácil depois da metade do jogo, aonde você pode ser facilmente eliminado se for de cabeça contra os inimigos. Infelizmente o jogo só está disponível em Japonês e não tem previsão nenhuma de sair no mercado americano, ainda mais depois do fracasso do Shining Tears e pela remoção das vozes originais. Então sua única opção é importar o jogo e ser feliz.

10 Janeiro 2008

Ether Vapor


Ether Vapor foi um dos jogos lançados durante a C73 e foi o que me chamou mais a atenção até agora. O jogo combina os dois modos tradicionais de visão em jogos de STG, em algumas fases a visão é side-scrolling e em outras com visão de cima.

Isso é bom já que muda a maneira de jogar a cada fase e te obriga a fazer uma pequena re-adaptação aos tiros, mas nada que atrapalhe a jogabilidade. Falando nela, o jogo não tem problema nenhum, a sua nave responde bem e inclusive dá alguns 360º quando se dá um toque para o lado e em seguida para o lado oposto.




Sobre a nave não tem muito o que comentar, o visual dela é bonito e tem um arsenal já imbutido de armas bastante satisfatório. A sua arma principal (botão A), é o canhão, é a arma que dá mais dano e quando carregada dispara um laser concentrado. A segunda arma (botão X) são dois lasers nas diagonais e um pequeno canhão para frente que não dá dano nehum e a versão carregada da arma é uma esfera de energia que bloqueia os tiros dos inimigos.



O último tiro (botão C) é o mais fraco mas obrigatório em certos chefes, é um laser teleguiado que só começa a disparar depois de alguns segundos travando no alvo e você pode mudar o alvo apertando qualquer um dos outros botões de tiro.

O design das fasses é bem bonito, claro que não é nada original mas também não atrapalha na hora de jogar. Os personagens são regulares e o pior design até agora dos que eu tive a chance de ver é o do personagem principal, todos os outros, principalmente os vilões são bem legais.

A dificuldade do jogo é menor do que as dos títulos do gênero...isso até a fase quatro onde a história muda e você tem que começar a prestar mais atenção nos tiros, sem contar que a preparação para certos tiros dos inimigos é tão invisível que você só vai perceber que ele disparou o tiro quando você tiver perdido a vida.




Musicalmente o jogo não fede nem cheira, mas durante as cut-scenes fica sem nenhum som e é bem massante ler os diálogos pela primeira vez sem som, pelo menos você pode avançar essas cenas sem problemas.

Finalizando, é um bom jogo para distrair e parece ser bem curtinho, eu levei 17 minutos até metade da fase 4 e o jogo tem um total de 7 fases. E o jogo seguindo o esquema de alguns jogos como Ikaruga, te recompensa por tempo jogado dando novos continues e mais vidas com o passar do tempo.

05 Janeiro 2008

Rockstar Busters!

Mais um review de um dos cds lançados durante a C73. Sabe como é, quando não se tem muito material para posts novos as pessoas fazem reviews toscos de cds bons.

Esse cd é somente de arranjos do jogo mais recente lançado pela KEY, o Little Busters! (não confundir com a música do The Pillows). E também é o trabalho mais recente do MintJam que já estava sem muita aparição no mundo da música "doujinshiesca" (LOL?). E se alguém chegou a ouvir o cd do Higurashi que eu escrevi a alguns posts atrás vai certamente reconhecer o nome do TERRA no encarte.

Agora sobre o cd, eu vou comeaçar pelo maior defeito que eu encontrei. O maldito encarte. Sinceramente esse é o negócio mais porco e sem inspiração que eu já vi até hoje, sei que por se tratar de um cd de doujinshi não pode-se esperar muito, mas ainda assim ver um negócio tão simples é um tanto desanimador, mas por sorte o conteúdo do cd é bom e no fim é isso que importa.

As faixas do cd são bem trabalhadas, fazendo jus ao nome do MintJam. A maioria das faixas são gostosas de ouvir e as versões cantadas de "Little Busters!" e "Haruka Kanata" são excepcionalmente boas, claro que a primeira não chega perto da original, mas ainda sim é muito boa.

Uma das minhas faixas preferidas é a "Hikari ni Yosete", seguida pela "Tatta Hitotsu no Mahou no Kotoba" que são as faixas 9 e 8 respectivamentes. Elas são as músicas mais bem trabalhadas do cd e as que mentém uma melodia boa de se ouvir durante a música inteira.

O problema de um cd do MintJam é que ele é muito bem executado mas nunca tem nenhuma grande inovação ou coisas inesperadas. Não que isso seja ruim, mas depois de você ouvir uns 2 cd's deles você irá acabar reconhecendo o estilo deles e vendo que é quase sempre igual em todos os trabalhos deles. Longe disso ser uma coisa ruim, mas seria bom esperar algo novo deles ou algo tão extraordinário igual o cd de arranjos do Melty Blood.

Finalizando, apesar de eu ter falado mal nessas últimas linhas, o cd é muito bom. É bom de ouvir e não é daqueles que enjoam rápido mas se você já conhece os trabalhos anteriores do MintJam esse cd realmente não apresenta nada de novo. E só pra lembrar que esse cd foi dado de graça para aqueles que compravam uma sacola no stand da KEY durante a comiket.

04 Janeiro 2008

Fate Zero Original Image Soundtrack RETURN TO ZERO

Um dos poucos cds que saíram e que realmente me agradaram. Eu honestamente nunca fui fã das trilhas sonoras dos outros jogos com exceção das músicas com vocais. Mas finalmente parece que surgiu um jogo que mudou isso, Fate Zero faz um excelente trabalho na parte musical e com músicas realmente gostosas de ouvir e que você não fica cansado com vontade de mudar o cd depois do primeiro loop.

Mas antes de falar da parte instrumental, vamos à parte das faixas com vocal. As duas faixas são interessantes, a primeira eu tenho que comentar que achei absurdamente estranha...talvez por ouvi-lá em inglês e eu não estar preparado para isso, mas depois o ouvido acaba acostumando. A segunda já cantada pela já ligeiramente famosa no mundo dos animes, Itou Kanako. Para quem não lembra, ela cantou o ED do Demonbane, do Myself;Yourself e do School Days. A música é agradável e bem relaxante, fechando muito bem o cd.

Agora sobre a parte instrumental, tirando a "Introduction" que por motivos óbvios é curta, todas as outras faixas deixam você no clima correto dos personagens e da cena. Passando por faixas mais calmas com ambientações em Jazz e música Árabe até o bom e velhos solos de guitarra.

Uma das faixas que mais me agrada em ouvir é a "The Gilgamesh", não só pelos violinos, mas também pela pequena parte com vocal e o eventual piano agressivo que em alguns momentos aparece para lembrar que não é pra relaxar demais.

A "Kings Sessions" seria uma faixa ótima se não fosse por uns arranjos no meio da música, ela me lembra um pouco aquelas sessões de improviso de Jazz, bem light com flauta, mas parto do fim ela acaba sendo totalmente arruinada.

Por sorte depois de você ter os seus ouvidos destruídos, a faixa seguinte aparece para salvar o dia. "The Lancer" é extremamente gostosa de ouvir se você aprecia uma combinação nem sempre comum de piano, guitarra e bateria. E estranhamente (pro bom ou pro mal) essa é a faixa mais longa do cd.

Só para constar, "The Dogfight" é a faixa mais chata do cd inteiro, eu não consigo ouvir essa música de maneira nenhuma...

Para finalizar "The Berserker" é a faixa que encerra as músicas instrumentais, e termina de maneira excelente. Apesar de eu não curtir muito a introdução com os sintetizadores depois que a guitarra entra em ação a música fica bem mais prazerosa de ouvir.

Para quem ficou interessado, o cd está disponível na internet e provavelmente no Yahoo! Auction do Japão.

27 Dezembro 2007

Higurashi no Naku Koro ni Kai Image Album Kokoro Musubi

Bem, eu queria falar desse cd de alguma maneira e também não queria fazer um review de cada música. Então eu decidi fazer um pequeno comentário sobre o cd em si.

Das dez músicas, pelo menos cinco são muito acima da média. E as três primeiras são uma delas, apesar de começar em um ritmo calmo com a faixa "Tsumugibanashi", logo em seguida o ritmo começa a aumentar. Após a quinta música o ritmo cai um pouco e só volta a melhorar perto do fim e a última faixa fecha o cd fantásticamente.

E talvez a cantora mais conhecida no cd seja a "chata" que atualmente canta o encerramento do Clannad. A TERRA é outra que eu já lembro de ter visto em algum cd de doujinshi. E é capaz de ter alguma outra cantora conhecida, mas honestamente eu não reconheci nenhum nome.

Sei que é um review tosco e curto, mas eu precisava falar da existência desse cd e o quanto ele tem faixas ótimas...pelo menos algumas delas. Então quem tiver a oportunidade de ouvir, eu tenho certeza que não irá se desapontar.

25 Dezembro 2007

Ookami to Koshinryou

Bem, como não deve ter nada de interessante até o fim do ano, e a história do anime me interesssou, eu resolvi dar uma olhadinha nos capítulos traduzidos do mangá.

A história apesar de simples tem o seu apelo e mesmo não sendo o seu tipo de história, a personagem principal (Horo) é absolutamente MOE. Mesmo nas cenas em que ela aparece sem roupa o que acaba mais chamando a atenção nela são as expressões faciais que ela faz.

E como só tem três capítulos traduzidos não dá para saber muito do que vai acontecer, mas o básico da história é um mercador chamado Laurance, que usa métodos ainda desconhecidos em certas áreas como troca de produtos por outros para poder vender mais caro, acaba sem querer ajudando a deusa-lobo Horo a escapar de um vilarejo. Ela não queria mais permanecer na vila já que por mais que ela abençoe a colheita, existem anos ruins e anos bons, mas os humanos já não viam mais as coisas assim e acabavam sempre culpando-a por isso.

Mesmo sem acreditar muito, Laurance decide ajudá-la a ir até o local onde ela nasceu nas terras do Norte, mas o problema será conseguir fazer Horo se passar por humana com suas orelhas e cauda de lobo.

Como eu disse, a história é simples mas acaba mantendo você preso querendo saber o que vai acontecer, quanto a arte, ela não é nada excepcional mas também não estraga, é difícil comentar com apenas 3 capítulos traduzidos, mas foi o suficiente para me deixar mais animado em ver o anime.

29 Novembro 2007

Nana Mizuki - Great Activity


Fazia tempo que eu não fazia review de algum álbum em Português. E depois de ter sido surpreendido com a primeira faixa desse cd, eu decidi tentar dar uma de crítico musical e falar um pouco sobre o último cd da Nana Mizuki.

Se fosse para descrever o Great Activity com apenas uma palavra seria montanha-russa. A primeira faixa como eu já disse ai acima é incrível, mostra que a Nana Mizuki pode realmente fazer uma faixa de rock sem perder as suas tiradas de vocal que honestamente eu só fui conhecer na época do Mahou Shoujo Lyrical Nanoha. Bring it on! é pesada e extremamente cativante, tanto que a primeira coisa que eu fiz ao terminar de ouvir a música foi dar uma buscada no youtube para ver se tinha algum PV da música...mas não tinha.

E lembra que eu disse que esse cd é uma montanha-russa? Por mais que a segunda faixa "Orchestral Fantasia" ainda tenha um pouco do ritmo da primeira faixa, você já nota que o ritmo caiu drasticamente e quando chega-se na "Promise on Christmas" você se pergunta se ainda está ouvindo o mesmo cd. Claro que as faixas são boas, mas a mudança é tão exagerada que eu estranhei bastante na primeira vez que estava ouvindo o cd.

Apesar das próximas faixas serem boas, nenhuma tem grande destaque até chegarmos a faixa 8 "Seven". Não só a faixa vem para tirar um pouco da melancolia das faixas interiores, como também o instrumental é extremamente cativante, ainda mais quando se tem um fraco por violinos. A faixa seguinte "Aoi Iro" é juntamente com a primeira a minha faixa preferida, eu não sei explicar direito o porque eu gosto tanto dessa faixa, talvez seja o refrão que é cativante.

E para finalizar "Sing Forever" fecha com chave de ouro esse cd, uma música calma e relaxante que prepara seus ouvidos novamente para mais uma repetição depois de ouvir as quinze faixas do cd.


Antes que perguntem porque eu se quer mencionei a "Secret Ambition" eu explico. É pelo simples fato dessa música ser extremamente conhecida, mas para os que não sabem de onde é, é a OP do Nanoha StrikerS.

Eu sei que esse cd está longe de ser perfeito, mas nesse quantidade de músicas ajuda. Por mais que na minha opinião só tenham duas músicas realmente boas, as outras treze são decentes e boas de ouvir por um bom tempo, ainda mais que a voz da Nana Mizuki está longe de ser chata ou ruim o que ajuda a prolongar o tempo que você irá ouvir o cd. E se isso ajuda, o encarte vem com bastante fotos (as que ilustraram esse post e várias outras) da Nana Mizuki.

23 Novembro 2007

Ys Origin Review?

Ys Origin é o mais recente (2006) jogo da série da empresa Nihon Falcom, esse jogo é um pouco diferente dos outros jogos da série por ser um dungeon crawler e não contar com o personagem principal (pelo menos no início) de todos os outros jogos, Adol Christian.



A história do jogo se passa 1000 anos antes do primeiro Ys e as duas deusas Feena e Rea ainda estão vivas e em sua primeira encarnação. Você pode escolher dois personagens distintos para salvar a vida das deusas.



Yunica é a jovem que é especializada em combate corpo-a-corpo, usando seu machado ela porra tudo o que vem pela frente. Ou caso você prefira um personagem mais técnico (técnico é o termo para roubado e/ou ruim), temos o Yugo (ou Hugo, como queiram), um mago que usa duas esferas metálicas para desparar lasers nos oponentes. Ainda há mais dois personagens secretos, mas não vale a pena revelar, mesmo porque eu não liberei.



O jogo é bem simples, existindo alguns poucos lugares em que você fica sem saber o que fazer, mas nada que se você prestar atenção ao que aconteceu nas cut-scenes não ajude. E o esquema do jogo é sempre o mesmo. Ache a medalha, abra a porta, procure pela chave e enfrente o chefe.



Seguinto o esquema do último Ys, Ys Oath in Felghana, aqui o sistema de ganhar mais XP e outros atributos enquanto faz combo está de volta assim como as outras skills, como boost e pulo-duplo. A novidade fica por conta das três magias, cada personagem com magias bem diferentes uns dos outros e um ataque especial usando o boost gauge. Também foi adicionado um golpe especial que você reduz a defesa dos inimigos.



Gráficamente o jogo usa a mesma engine dos últimos jogos e roda sem maiores problemas, os sprites são bonitos e bem animados. Não tem tanto detalhamento nos personagens principais, mas nos de suporte o nível é bem melhor. As cenas em CG fazem seu papel, mas não tem nada demais, mas são legais de se assistir.

Uma das coisas novas no jogo, já que ele é um dungeon crawler, é uma espécie de loja que você pode acessar de qualquer save point, você conforme coleta os cristais que os inimigos deixam no chão você pode troca-los por upgrades de armaduras ou por melhorias em magias ou duração de atributos.

A dificuldade do jogo varia do quanto você evolui, o jogo segue a linha old school, então se você está tendo dificuldades com algum chefe, ganhe um ou dois níveis e você irá passar com certa facilidade pelo mesmo, claro que existe um pouco de estratégia para entender o padrão de movimento e ataques dos chefes, mas nada muito difícil.

Para concluir, o único ponto ruim do jogo é ainda não ter um patch com o jogo traduzido, o que faz um pouco da diversão do jogo se perder, mas nada que atrapalhe. Se tiverem a chance de experimentar, eu garanto que não vão se arrepender, é um jogo curto e agradável.

10 Setembro 2007

P3 - Shin Megami Tensei: Persona 3

Bem, aqui está uma review das primeiras horas de jogo e o que eu estou achando até agora do último lançamento da linha SMT. Bem, a versão que eu estou jogando, é a versão com as vozes originais, então eu não posso comentar sobre a dublagem, mas pelo que eu li, ela não é ruim.

Para começar, quem comprou o original ou vai comprar, faça um favor a si mesmo. Não abra a caixa e guarde o jogo lacrado. A Atlus como sempre produziu pouquíssimas unidades e não vai ter mais o jogo por ai em breve, então se você tem sorte de possuir uma cópia, daqui a uns 5 anos quem sabe ela não está valendo uns 100~200 dólares.


Agora sobre o jogo, bem a série Persona sembre foi sobre estudantes japoneses macabros e nessa versão eu fiquei surpreso com a tradução que a Atlus fez...e quem fez é totalmente Otaku, não estou exagerando (como eu normalmente faço), quem traduziu deve baixar anime todo dia e ler doujinshi. Sério, a maior prova disso é eles terem traduzido uma das falas com "Yukari-tan" sendo que na voz original não tem isso.

Para quem não sabe, a terminação -tan é a forma mais...Otaku (não exatamente, mas me foge a palavra) de -chan, ou seja. Para a pessoa saber isso, tem que no mínimo conhecer um pouco sobre a cultura Otaku hardcore. Ou seja, instant win por isso.

Mas voltando ao jogo, o início pode ser bem frustrante para a maioria dos jogadores, já que seu senso de liberdade é totalmente restrito a responder algumas questões escolares (sim, isso é importante aqui) e falar com algumas pessoas no seu dormitório. Mas depois do grupo de estudantes estarem reunidos, o que demora 1~2 horas mais ou menos, é que o jogo realmente começa e você pode começar a explorar a cidade.

Bem, não tendo jogado muito (estou tendo que dividir o P3 com jogadas esporádicas de Gay of War 2), mas posso garantir que o jogo tem potêncial. O character design também merece elogios, não é a toa que o jogo vem com um artbook grátis. Isso é o tipo de coisa que atrai a pessoa a comprar os jogos originais...todo mundo devia fazer isso.


Bem, falando em um ponto importante. A trilha sonora, e advinhem! Ele está de volta mais uma vez de novo! Shoji Meguro volta incrivelmente bem como sempre, desde o Digital Devil Saga eu virei fã de carteirinha dele e aqui ele continua a mandar incrívelmente bem, com as músicas jazz/rock que não deixa o clima do jogo cair em momento algum. O tema do jogo "Burn my Dread" é incrívelmente cativante e todas as outras músicas cantadas que tocam no início do jogo também são excelentes, cortesia de Yumi Kawamura.

Voltando ao jogo, eu me apego a todos os extras e esqueço do jogo, a história é interessantemente simples e fácil de acompanhar. Você é um estudante transferido e acaba sendo alojado em um dormitório temporário, lá ele conheçe duas garotas e bem...adiantando para a parte interessante. Você fica sabendo que o dia tem mais do que 24h, e que a cada dia a meia-noite, acontece a "Dark Hour" onde os humanos normais entram em seus caixões e não conseguem ver o mundo mudar, algo tipo um universo pararelo mas sem ser bem isso. Mas bem, durante a Dark Hour, existem algumas pessoas que não ficam dentro dos caixões e essas pessoas são canditadas a terem Personas, uma espécie de avatar, e essas pessoas são convidadas a ajudar a combater seres chamados Shadows, criaturas que se alimentam das pessoas que não vão para os caixões.


Eu sei que tenho a péssima habilidade de não conseguir explicar sobre o jogo...ou qualquer jogo ou anime, mas eu recomendo e garanto, se você estava como eu, sem nenhum jogo bom fazia tempo e seu passatempo favorito era ficar olhando o relógio ir mudando a cada minuto, P3 é uma pedida excelente para os fãs de RPG bem Japonês com legendas.

Alguns meses depois, foi lançado no Japão uma "expansão" chamada P3 Fes, que contém mais história, novas cut-scenes e uma dificuldade maior para a escolha dos jogadores. As chances disso sair aqui? -1%.

11 Julho 2007

Guilty Gear - A Farsa

Como eu não tinha um título melhor, eu resolvi apresentar esse que é mais polêmico, e todo mundo sabe que isso sempre funciona para atrair audiência...éééé, anos vendo João Kleber não foram a toa. ;p

Mas deixa eu explicar sério agora, eu sou um grande fã da série GG, e podendo finalmente ter jogado o último lançamento da série, o Accent Core, só tem uma palavra que pode expressar o que eu senti após ter jogado algumas horas.

Frustração é a melhor palavra que eu encontrei no meu vocabulário limitado para descrever o jogo, não que tenha algo de errado com o jogo, mas convenhamos que o jogo não acrescenta nada de novo desde o XX. A série teve grandes melhorias quando migrou do GG normal para o GGX do Dreamcast e o mesmo quando foi lançado o XX. E por melhorias eu quero dizer que o sistema de luta teve mudanças interessantes, jogabilidade mais fácil e a adição de novos personagens.

Mas agora vamos voltar ao jogo anterior ao Accent Core, o GGXXSlash. Não só o nome já é absurdamente sem graça, mas o jogo não mudou nada comparado com a versão XX. Tá, houve a adição de 1 personagem novo que era a A.B.A e nem nova ela era, já que ela veio do horrível e monstruoso GG Isuka, mas ainda sim eu vou contar como um personagem novo só para não dizer que eu só estou falando mal. Tem também o Order-Sol...mas quem liga.

Recuando um pouco mais, temos o GG#Reload, esse apesar de ter apenas posto o Robo-Ky como um personagem jogável desde o início, também não tem nada de diferente da versão XX. Mas a versão koreana do jogo pelo menos tem méritos por ter feito uma trilha sonora inteiramente inédita, e com algumas feitas extremamente boas, a da Millia e do Slayer são as melhores e tão boas quanto as originais.

Agora voltando ao assunto principal, o GG parece estar copiando uma série bem famosa que seguiu por anos lançando upgrades atrás de upgrades. Sim, é o Street Fighter, mas ainda assim a série da Capcom teve muito mais originalidade, porque pelo menos acrescentava algo de novo a cada add-on da série, seja personagens ou a barra de fatal e por ai vai, mas nem isso o GG faz...wtf. ;/

Eu fico com pena dos fãs de verdade que se esforçam para comprar os jogos da série esperando algo de bom, e quando chega para jogar, vê que é a mesma coisa que ele tem jogado desde 2003. Honestamente, se fosse para jogar versões iguais, seria mais interessante a Arc System Works (a desenvolvedora do jogo), lançar o jogo somente para PC. Não só eles poderiam fazer um modo de disputa online com ranks e o que mais pudesse, mas também atualizar o jogo sem precisar lançar uma nova versão idêntica a cada ano.

Porque pensem comigo, se eles decidissem lançar alguma correção de algum combo abusivo, era só lançar um patch e as pessoas baixariam no próprio site ou quando fossem jogar online contra alguém, seria muito mais prático! E no caso de eles eventualmente lançarem um personagem novo (o que eu não vejo acontecer tão cedo), poderia sei lá....lançar outro patch ou uma versão de upgrade do jogo como tem por ai com vários jogos para PC.

Sei que parece esquisito, mas eu preferia falar que jogo a versão 3.01 do GGXX do que fingir que estou jogando uma versão totalmente nova, quando eu falo GGAccent Core.

23 Maio 2007

Steel of Scarlet


Jesus Christ! Metal fans rejoice and get ready, this fucking album is damn awesome!

MyonMyon first album released. Another album released during the Reitaisai4 and nothing else to add, if you're a metal, hard-rock fan please do listen to it! Now enough of random talking and let's get to this 6 album track review.

(I stole the music info from their website, since I didn't got any scans, so...anyway...sorry).

Equinox (from/花映塚~Higan Retour), the second I started listening to this song I knew I had to make a review and tell everyone how awesome this album was, and I still had to listen to 5 other tracks...that was around...2 hours ago and I'm still enjoying the CD. God...the guitar arranges, please...they are gorgeous! The synths too are very well done, it makes the music a bit nostalgic even with such hard guitar playing.

Withered World (from/ティアオイエツォン(withered leaf)), follows up nicely with Equinox, nice guitar solos from the start to end. The only bad thing here, even if I like the music is that as usual they loop the song twice, I know it helps in the length but it kinda ruins it, it makes it looks like they were uninspired to create another 2 minutes of music.

Heavy Metal Spark! (from/恋色マスタースパーク), look at the track name and tell me how this song may sound like? Wrong! Belive or not, even if it's a hardcore song, it's pretty melodic and not powerful as the previous two. It even has some parts without guitar that are very slow, but the cut they do is good, helps breaking all the hyper you've been getting in the first minutes.

Steel of Scarlet (from/亡き王女の為のセプテット), my favorite god damn music! This music in the original version is fucking awesome, so awesome that it's gay! But the MyonMyon version is beyond that, not only is the fastest song on the CD but it's one that most pleases the ear. The other songs are nice but you have a feeling that they could've improved here and there, but this one is beautifully produced from the moment it starts till the fade out.

Shadow Shooter (from/幽雅に咲かせ、墨染の桜~Border of Life), the slow peaced song of the CD. It finishes the album with a relaxing music, "simple" guitar arranges and a nice drums. Somehow this song reminds me a lot of Mint Jam in their old days. ALSO, the final minute of the music is just nostalgic.

22 Maio 2007

Touhou Violin 4


I'll be doing a full review of this doujinshi cd when I wake up tomorrow. So just wait a few hours to know what I think about this awesome cd that was released in the Reitaisai4.

And I might as well, do a review about the awesome demo of the Touhou Fuujinroku ~ Mountain of Faith.

As promised, here's the review for the album, just to make it easier to follow, I'll concentrate on the good songs and just ignore the not so good ones, so I hope everyone can forgive for not going into a full song-by-song review.

月まで届け、不死の煙 - Phoenix. This first track is awesome, it starts slowly and has a peaceful tune but when it gets half-way through the end it starts to kick even more ass, but at the same time it gets weird. For those who have played Zone of the Enders 2, the second part of this song sounds exactly like the one in the opening of ZoE2, I'm not joking, looks like the same instrumental. But it's a bad thing? Of course not! The opening kicks ass and so do this song! Period. Next!

懐かしき東方の血. After such a powerful start, this song comes in to break the peace, it's slow and almost makes you sleep, the melody from the violins are done perfectly and the piano helps to make every second of the song enjoyable, the main purpose of this song is to prepare you for all the other songs that will come.

エクステンドアッシュ - 鳳莱雀萃 -Extend Ash-. My Favorite song? Nah, but it's on the top of the list. This song kicks ass for the second it starts and it keeps like that for the whole duration of the song. There isn't much to say even if I love this song, just hear and you'll understand. There's even some random pieces of voice on it that adds to the song...I know it's just some random noise but it's still nice.

幽雅に咲かせ、墨染の桜. I really didn't liked that song when I first listened to it, maybe because of the techno beat of the others weird sounds that has on it, but after you listen to it for 2 or 3 times it starts to grow on you, the only complain I've about it, it's the length of the song. Five minutes is too much, they could have cut it on the 3 minutes mark and it would be so much better.

千年幻想郷. Favorite song on the album. Perfect union of drums, violin and piano. Can't ask for anything else, if you can't enjoy this song you probably have some ear problems, really. The violin is top notch and the drums just add it to the whole song, it would be a....I wouldn't say bad song, but without the drums the song would lack something, it would be much more simplistic and not memorable as it is now.

That's all for the review, I skipped 4 tracks of the CD, not because they aren't good, but because they aren't good enough to be mentioned in my opinion. They're still good songs and very enjoyable but compared to those other five songs, they sound just uninspired and too simplistic. TAMUSIC kicked ass once again with this album and they just prove once again that doujinshi music can be very good.

And about the Touhou 10 game, I'll probably do a review in a few days, I just need to figure out why the game only runs on 60fps during the second part of the boss battles. o.o