03 setembro 2011

Catherine Review

Eu a princípio não queria fazer uma review escrita mas como a qualidade dos vídeos não ficou como eu queria eu resolvi voltar ao modo mais tradicional e escrever um pequeno review sobre um dos jogos mais interessantes e mais frustrantes que eu tive o prazer de jogar.

Mas como todo mundo sabe, a maioria dos meus textos são doentes e tem pouco fator de seriedade, então não levem ele tão a sério assim e saiba que no fim quem tem que ter a opinião se o jogo é ruim ou não é o jogador.

Catherine é um puzzle que você controla um cara de cuecas. O Vincent. Você é jogado em pesadelos aonde tem que escalar uma muralha de blocos dos mais diversos tipos e no final de cada noite tem que "enfrentar" algum chefe altamente japonês, que poderia ter saído diretamente dos mangás do JoJo. Cito como o mais bizarro o bebê com serra-elétrica no lugar do olho, aquilo me dá medo até hoje.

Voltando ao jogo, o Vincent tá lá sendo pressionado pela a personagem mais egoísta e chata do planeta, a Katherine. Ela é bem sucedida, usa óculos, é magra e aparentemente tem dinheiro, mas ela fica pressionando o Vincent a se tornar um cara igual ela... mas sem peitos. O Vincent que não quer saber de se arrumar com ela, vai beber no único bar que existe na cidade, o Stray Sheep... que tem ovelhas, iguais as que ele vê nos sonhos dele.

O macho da relação.


Lá você pode encher a cara e aumentar seus conhecimentos sobre tipos de bebida, eu fiquei impressionado ao saber que existe um tipo de drink no qual o barman mistura diferentes tipos de bebibas de densidades diferentes e elas não se misturam e o cliente tem que decidir como prefere bebê-la. Muito útil a todos os bebedores de plantão.

No bar também tem a Erika, a segunda melhor mulher do jogo, ela é ruiva e fica sempre usando decotes para agradar os clientes, mais do que aprovada. Mas o que importa na verdade é que lá aparece a Catherine, também conhecida como "minha puta loira".

Ela tem drill hair, usa espartilho, meia-calça, é loira e é praticamente uma ninfomaníaca, já que ela sempre acorda nua do lado do Vincent mesmo ele não querendo e falando estar com dor de cabeça.

Na camisa do Vincent tá escrito Rape mesmo.


A básica do jogo é saber que tipo de pessoa você é, pelo menos é o que eu recomendo de fazer na primeira vez que vocês jogarem, façam as respostas honestas e vejam que tipo de final vocês conseguem e ai nas outras vocês assistem os outros finais. Eu? Eu fiz o pior final... não sou pra casar, ou fui influênciado pela Catherine.

No bar você ainda encontra o seu primeiro obstáculo rumo a iluminação, que é o mini-game Rapunzel aonde você tem que fazer basicamente a mesma coisa que o Vincent, só que com gráficos de 16-bit. Passar as 128 fases é um desafio que você jamais irá esquecer, ou a sua parede, ou o seu controle ou a sua TV.



Não é um jogo recomendado pra todo mundo, mas é algo que todo mundo devia dar uma olhada/jogada pelo menos uma vez, a frustração de não conseguir completar uma fase é tão importante quanto a comemoração ao se conseguir completar a fase depois de 10, 20, 30 tentativas (ou 2 horas de jogo pra tentar passar uma das fases no Hard e não conseguir).

2 comentários:

Pedroh Corujeira disse...

Uau! Catherine parece ser realmente interessante. Parabéns pela resenha Deathy, foi a primeira que encontrei em português.

Infelizmente, não tenho um PS3 e não conheço quem curta esse tipo de jogo por aqui... Eu tenho um Nintendo Wii, passo horas jogando "Tatsunoko VS Capcom".

o/

Vahn a.k.a. Marco disse...

Então, eu ri da "minha puta loira" XD

Bom, eu achei Catherine uma experiência bacana out of the box, não é exatamente o tipo de jogo que vc espera (especialmente se você está tentando entender de colé do jogo desde que a Atlus começou os primeiros previews/teasers). Não acho que seja um jogo pra todo mundo, uma vez que você ou está no mundo real, fortalecendo a sua personalidade pro lado K ou C ou está nos pesadelos em si.

Eu, pessoalmente, gosto mais de K, por motivos de aparência e acho que segue mais uma proposta séria do jogo , principalmente o true ending dela(apesar de que ela tem seus momentos babacas que dá vontade de falar "cala-te mulé"). Mas não há como, o final mais awesome com certeza é o true ending da Catherine, sem discussões. Não vou entrar em detalhes por motivos mimimi spoiler, então rush! Cadê a Trisha de cabelo solto quando a gente precisa? ;9

No mais, legal a review \o/

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